Layout by VICKYS.com.br

Imaturidade

 Não sei qual o tipo de maturidade que se deve esperar de uma mulher de 22 anos. Não sei nem se aos 22 anos se é mesmo mulher, ou se ainda é garota. Sei que essa imuturidade toda eu não esperava de mim. Repetir os mesmos erros, continuar caindo nas mesmas e próprias armadilhas. Onde está o controle emocional que eu queria tanto ter? Pra que serviu todos os erros que cometi, se não me impedem de cometer mais? 

  Tô insatisfeita e decepcionada comigo mesma. Com vontade de dar um tempo de mim, de dizer "garota, você é muito chata, me deixa!" e esquecer por completo de mim. Ah se fosse possivel se divorciar daquele nosso pior lado. Cansei das promessas que faço a mim mesma e não cumpro. Poderia terminar tudo isso dizendo "de hoje em diante isso vai mudar", mas eu sei que não muda. Talvez eu evolua em passos tão lentos que eu nem perceba. Espero que seja mesmo isso, antes evoluir devagar do que ficar parada. 

Postado por Thaiana às 09h05
  | Encaminhar Este Post

Tudo que ela quer.

 É quase inexplicável. É uma satisfação, uma sensação boa. É olhar pra própria vida e ser grata por tudo que aconteceu, ser grata por estar exatamente onde está, ser grata pelo exato momento. É olhar a vida todinha, e pensar que nunca foi tão plena, é estar cada dia mais plena. É não sofrer mais, pois não sente mais as dores, só colhe os frutos. Quando os frutos são bons, parece que nenhuma dor existiu. 

 É se encher de amor e gratidão, e querer que vida seja todinha cor-de-rosa, ver o mundo mais bonito. Tudo que ela quer é isso, tudo que ela espalha é isso. É exatamente por isso que ela recebe tanto. E, ao contrário do que pensam, ela queria que todo mundo fosse assim também. 

Postado por Thaiana às 22h54
  | Encaminhar Este Post

;)

  Sabe do que eu gosto? Gosto de pessoas que sabem aconselhar em vez de reclamar e de pessoas que nos criticam na cara. Mas nem tudo é do jeito que a gente gosta e eu, de verdade, já estou acostumada com isso.

  Aprendi o que devo relevar e o que não, aprendi o que tenho que adaptar temporariamente, e o que vale a pena mudar para a vida toda. E mais importante, aprendi que todos vão reclamar de alguma coisa, por mais exelência que se preserve. Isso porque os olhos das pessoas são acostumados a enxergar o pior. São poucos os que tem o privilégio de conseguir enxergar o melhor, e enxergar a situação como um todo então, nem se fala!

  Críticas, críticas e reclamações. Se seus olhos são programados para enxergar apenas defeitos tudo bem, meus ouvidos são treinados para ouvir só o que me acrescenta! 

Postado por Thaiana às 12h22
  | Encaminhar Este Post

Meu Bagua

 Um monte de recortes espalhados pela sala, tesoura, cartolina, fita dupla face e eu, com cara de tonta, tentando montar algo que faça sentido. É um tipo de Bagua em que você busca em revistas o que você quer para sua vida em vários aspectos, então faz um oxágono com sua foto no meio e tudo sendo atraído para você, então basta visualizar aquilo todos os dias que todas essas coisas são atraídas pra sua vida de verdade. Simples? Parece! Agora com metade do meu bagua montado percebo que ele está tão bagunçado quanto minha própria cabeça. 

 Selecionar o que quero da vida em oito divisões não é fácil quando não se sabe exatamente o que querer da vida. A parte da busca foi agradável, passei semanas foleando revistas e recortando o que parecia interessante para mim, mas selecionar de verdade e encaixar aquilo em um lugar só exige uma certa reflexão. Será que é tudo isso que quero mesmo? Será que tudo que eu quero está bem representado aqui? 

 Não sei se o resultado final vai me agradar, mas se não agradar não tem problema, a tentativa é interessante. Vou conitnuar fazendo sem pressa, sem ansiedade pra ver no que vai dar, apenas aproveitando a montagem, assim mesmo, como a gente deveria fazer com a vida. 

Postado por Thaiana às 14h37
  | Encaminhar Este Post

...!

 E não há nada que eu pense ou faça que de jeito no que estou sentindo. É um vazio, um medo, um sentimento estranho. Vontade de ter mais, e não saber mais o que. Não saber o que falta, só sentir o vazio. É um aperto no coração. Não sei se é intuição de algo, espero que não! Olho pro relógio e só quero ver as horas passando, ando vivendo de minutos, e ao mesmo tempo sinto agonia de ver minha vida passar tão rápido, sabendo que nada poderá ser revivido. 

 Sinto falta de uma alegria que não sei quando deixei de sentir, não sei em que momento ela escapou. É como se mais uma vez eu tivesse acordado, me deparado com a realidade e fico tentando desesperadamente voltar a dormir, voltar aquele sonho, mesmo sabendo que o ideal seria parar de sonhar. Pé no chão, noção da realidade, são coisas que nos mantem vivas de um modo estável, sem esse sobe e desce da montanha russa. Não sei até que ponto os sonhos valem a pena. 

 Amor, casa, trabalho. Comecei a misturar tudo e não saber mais nada, não sei dizer de onde vem o problema. Se eu pudesse tirar tudo da cabeça e organizar de novo, assim como eu faço com minhas gavetas, tudo ficaria tão mais fácil. Preciso manter a cabeça no lugar, preciso relaxar e achar o problema, o maldito vazio. Melhor acostumar com uma vida insosa e saborear melhor os poucos momentos bons, do que querer que todos os momentos sejam perfeitos e me frustar no final. 

Postado por Thaiana às 10h15
  | Encaminhar Este Post

Não adianta dizer.

 Não adianta eu falar pra você que tudo tem um fim, e toda dor passa. Não adianta eu te dar conselhos, dizer que já passei por isso. Você só vai entender a simplicidade que é deixar alguém quando sentir na pele, e só vai sentir na pele depois que ultrapassar  todos os seus limites, várias vezes, até se sentir tão cansado a ponto de aceitar de verdade o fim.

 Porém você vai se dilacerar tanto ultrapassando esses limites que depois ficará um grande buraco na sua vida, não pela falta da pessoa amada, é outro buraco. Um buraco frio e doloroso que você fez no seu próprio ego, e esse buraco infelizmente pode ser muito difícil de ser tapado. É uma dor que vai arruinar sua auto-estima, e você nunca vai entender como pôde fazer isso consigo mesmo. E seu orgulho vai estar tão ferido que talvez você nunca mais vá se recuperar totalmente. E a culpa é da outra pessoa? De jeito nenhum, as pessoas só fazem pra nós o que nós permitimos, você permitiu, é você mesmo que rasga seus limites e suporta a dor achando que é uma dor aceitavél, por ser de amor. 

  Mas não tem problema, isso no final vai te deixar mais forte e mais amargo. Não há nada de mal em ser amargo, os melhores chocolates são amargos. Mas só se lembre que ninguém é mais culpado pelo que você vive do que você mesmo. O fim sempre chega, é tudo um momento, mas isso você vai entender só depois. 

Postado por Thaiana às 23h44
  | Encaminhar Este Post

"A arte maior é jeito de cada um."

  Convivemos com muitas pessoas. Família, trabalho, amigos... Mesmo que você seja alguém com poucos amigos, ainda sim deve conhecer muita gente. Conhecer no sentido de saber quem é, de conhecer a casca, mas quantas dessas pessoas você conhece de verdade? Quantas você pode ver de perto? Quantas se abriram para você, quantas estiveram expostas? Em quantas você pode enxergar além da armadura? Ou até mesmo, quantas tentaram se expor verdadeiramente a você, mas você não percebeu, ou não quis enxergar? Você realmente conhece seu pai? Realmente conhece seu irmão? Seu amigo? 

  Conhecemos mais as pessoas nos momentos de fragilidade, pois a maioria só consegue se livrar de sua casca quando precisa mesmo por algo para fora, quando já está transbordando. E muitas vezes ela deve ter tentado se abrir para alguém se interessar, para alguém querer entender, mas as pessoas estão ocupadas demais. Nos ocupamos demais com nosso próprio ego, e pouco, muito pouco, com os outros. Todos sentem uma necessidade enorme de serem conhecidos, e pouco de conhecer. Conhecemos mais a fulaninha do bigbrother do que nossa mãe.

  Vocês me conhecem do pouco que exponho, do pouco que escrevo. Talvez se eu não expusesse nada saberiam. As vezes eu sinto uma necessidade enorme de ser "explorada", ser "conhecida", porque é ruim não se achar interessante. É muito ruim quando as pessoas só te conhecem pela casca, e você se sente só mais um pedaço de carne, só mais um figurante na vida de outra pessoa.

  Eu também tenho essa mania de observar, explorar e até investigar. As vezes até me preocupo pensando que talvez eu seja muito obcecada, mas eu quero entender, conhecer, tentar saber como a pessoa pensa, e me frustro quando as pessoas são muito superficiais. Mas na verdade ninguém é, eu espero que todo mundo tenha uma profundidade imensa, torcendo para que a casca que seja dura demais. Eu tento pensar como a pessoa, sentir o que a pessoa sente. Deve ser por isso que sempre choro em filmes, e fico maravilhada quando alguém se expõe na vida real. 

  Pode ser porque eu goste muito de arte, embora pouco eu entenda, e eu aprendi que não há arte maior do que as pessoas. As complexidades de suas vidas e de seus sentimentos. Como cada um pode ter pensamentos tão distintos, coisas tão secretas. Infelizmente não sou muito sensitiva, muito boa pra saber realmente o que a pessoa pensa, mas eu tenho uma imaginação enorme pra me deixar bem intrigada. Que grande prazer eu teria se todo mundo escrevesse o que pensa!

Postado por Thá...! às 02h59
  | Encaminhar Este Post

Conselhos e mais conselhos...

  Coisa mais difícil é aconselhar, e arriscada também. Parece que a gente sempre sabe o que fazer, qual a melhor saída, mas dificilmente seguimos nossos próprios conselhos, os dos outros então, nem se fale. Pior que as vezes até sabemos que nosso conselho é certo, porque é algo que a gente viveu e sabe como é... mas será que realmente sabemos como é?! Então a vida é assim? Uma receita de bolo, pronta, só seguir que dá certo?! Talvez não... talvez o que vivemos sirva somente para nós mesmos, para aprendermos sozinhos, e pouca coisa serve para ajudarmos alguém.

  Porque não tem jeito mesmo, a vida é para ensinar, e ensina bem melhor que a gente! Nosso conhecimento acaba ficando pra nós mesmos, e talvez seja muita pretensão pensar "ele está cometendo o mesmo erro que cometi", porque cada erro é um erro diferente, e cada aprendizado também. Lógico que ninguém quer ver o outro sofrendo, e o sentimento de impotência é terrível! Mas dar conselhos acaba não sendo de grande ajuda.

  Fazemos o que então? Ficamos de braços cruzados? Não, também não. Lendo um livro eu percebi o quanto as perguntas são valiosas, muito mais do que respostas prontas, muito mais do que conselhos. A melhor ajuda é questionar, perguntar, e querer entender também. Estar ali, ajudando a pessoa a achar a solução, mas que a solução seja dela, achada e inventada por ela. Só assim ela vai achar o caminho, sem se sentir invadida, sem fugir do que quer. 

  Conselho todo mundo sabe, e adora, dar. Até porque nos sentimos "vividos" quando temos algum conselho a dar. Mas precisamos mesmo é aprender a perguntar, para os outros e para nós mesmos. 

Postado por Thá...! às 22h40
  | Encaminhar Este Post

Futilidades nem tão fúteis.

 Sempre me questionei sobre qual o limite entre cuidar da auto-estima, e a futilidade, e até que ponto a vaidade é saudável. A verdade é que existem basicamente três tipos de mulheres, as que lutam contra os padrões de beleza, as que lutam para entrar nos padrões de beleza e as que só reclamam por não estarem nele. E eu mesma já passei por esses três tipos.

 Me incomodava o fato de ser fútil, de me preocupar tanto com a beleza exterior. Na real eu não me preocupo tanto com a beleza exterior dos outros, mas comigo eu sou tão exigente! Tanto nos aspectos físicos quanto emocionais, eu sou auto-crítica demais. Então, em vez de ficar me torturando com o medo de parecer uma garota fútil, resolvi correr atrás do que, no fundo, todo mundo quer: a beleza exterior!

 Por fim, acabo achando que futilidade nem tem nada a ver com isso. Não acho que deva ser futilidade querer se sentir bem, por que, afinal de contas, tudo fica mais fácil quando você está de bem com o espelho. Cuidar da auto-estima, não é futilidade. A beleza não é futilidade, a beleza agrada. E já disse Vinicius de Morais "As feias que me desculpem, mas beleza é fundamental”. 


Postado por Thá...! às 23h16
  | Encaminhar Este Post

Os tipos de pessoas que me cansam.

  Sabe do que eu estou cansada nesse mundo? De pessoas que tem preguiça de pensar! Tá faltando gente interessante nesse mundo, isso que me cansa! Me questionam sobre eu falar pouco, me questionam sobre minhas poucas amizades, mas a verdade é que eu não tenho o mínimo saco para conversinhas banais.

  Não me venham falar do tempo, e muito menos do big brother. Se a conversa não for interessante, eu não entro mesmo! Não que seja preciso filosofar sobre algo incomum, mas o comum de mais me entedia. Se você entra no msm, me manda oi e eu não respondo, é simples: "oi, tudo bem? e com vc? o que tem feito?" não é um diálogo pra mim, então melhor nem começar.

  As redes sociais me cansam também, muita gente pra pouca idéia! E o bendito formsprimg.me? No começo adorei a idéia de poder perguntar e responder o que quiser, mas não, eu não tenho mais saco pra ficar lendo um monte de perguntas vazias e sem graça. Se você prefere quente ou gelado, isso não me interessa! E se você não sabe responder uma perguntinha mais elaborada, ah, vai aprender a pensar! Quero morrer quando a pessoa responde "sim", "não", "não sei" e "depende".  "Ela tem inveja", "eu tenho atitude", "se eu mudar não vou ser eu". São as top 3 insuportaveis frases que deviam ser abolidas do mundo. Se você tem preguiça de responder, porque usa essa merda? Tá, cada um tem um direito de responder o que quiser, mas não tenho mais paciência pra ler o "home" do meu formsprimg.me, e uma boa idéia acabou perdendo a graça.  

  E porque eu estou escrevendo sobre isso? Sei lá... faz tempo que não escrevo, e a net anda muito sem graça. Jogar resident 20 horas por dia tem sido mais satisfatório, e ligar o PC tem dado um trabalho que não compensa mais. É difícil entender porque as pessoas se isolam?

Postado por Thá...! às 11h29
  | Encaminhar Este Post

Ao alcance das mãos...

  Queria tanto, e tanto, que nunca imaginei que um dia iria realmente acontecer. Sabe aquelas coisas que você sonha e fala "um dia vou fazer isso."?! É, chega uma hora que o grande desejo se realiza. E o meu tá ali, pertinho de mim, tô quase alcançando com as mãos, mas ainda sinto medo. Dá a impressão que não vou chegar lá, porque por mais que esteja tudo pronto, não dá pra acreditar que vou realizar meu primeiro grande desejo.

  E talvez essa seja uma das maiores satisfações na vida, conseguir coisas grandes. Ainda não sei qual vai ser minha sensação ao ver tudo finalmente realizado, mas deve ser boa! E o melhor de tudo é esquecer dos outros e fazer uma coisa que seja totalmente pra mim. Porque sempre tive essa dificuldade, esquecer o que os outros vão pensar. Não, não é futilidade. Não, não tô jogando meu dinheiro no lixo. Eu tô fazendo algo pra mim, realizando um desejo e aprendendo o preço que se paga por ele. Estou experimentando a sensação de conseguir algo, e percebendo que nada é fácil, mas nada é impossível. 

  E dessa vez não vai importar mesmo o que os outros vão dizer. Eu finalmente realizei um desejo, sem medo de ninguém. 

 

Postado por Thá...! às 20h54
  | Encaminhar Este Post

O maldito reveillon.

  Terrível época essa em que temos que nos programar e planejar o reveillon como se fosse o ultimo dia de nossas vidas. Tudo tem que estar perfeito, a roupa, o local, as pessoas. Você se esforça, porque afinal de contas é a virada do ano, e você quer passar feliz e do lado de quem ama. Ah se fosse fácil assim! Infelizmente não dá pra amarrar todos que amamos e jogá-los no lugar perfeito, você sempre tem que escolher entre amigas, namorado e família. Então, começa por aí meu pesadelo! 

  Segundo problema, antes fogos de artifício me davam esperança, hoje de dão medo. Me dá um tremendo pavor ver o tempo passando tão rápido, e eu sempre começo a me questionar se sou realmente feliz, e não sou, penso no que faço, no que fiz, no que quero... ahh, é depressivo demais!

  É saudosista também, acabo sentindo falta de quem não está ali, amigos que não vejo há tempos... coisas que vivi. E como passou rápido! Saudades e mais saudades.

  Ano passado meu ex namorado terminou comigo bem no bendito reveillon. Não na festa, mas de tarde, depois de toda programação pra que tudo fosse perfeito, que é inevitável. A desculpa? Disse que queria mudar a vida dele, e nenhum dia seria melhor do que o reveillon pra começar a mudança! Então é como se o reveillon fosse o prazo final, ou mude agora ou passe mais um ano na merda! Ah tá... é a mesma coisa que só começar dieta na segunda...!

  Vem aí mais um peso no reveillon, mais coisas pra pensar... e, puta merda, você tem que estar feliz, se não vai passar o ano todo depressiva?!

  Outra pressão que sinto é que meu reveillon passado acabou sendo muito bom, então, quase que automaticamente, sei que vou sofrer uma puta pressão de mim mesma pra me divertir, e talvez eu não consiga!

  Daí vem as decepções, a decepção que você causa em alguém por não passar o ano novo junto da pessoa. Já falei que se pudesse juntava todo mundo num lugar só, mas não dá! E não é por nada, amo minha casa, mas passar ano novo em casa... bom, ainda é uma opção!

  A questão é que em qualquer lugar que eu passe eu vou ficar depressiva, pensativa e saudosista, e com medo também. Então é importante que a pessoa certa esteja do meu lado pra me dar uma força. Hoje me imaginei no meio da virada passando com meu namorado e a família dele, com os amigos dele. E lá vou estar eu, desolada, triste e solitária enquanto ele deseja pelo menos uns 85 "feliz ano novo!". Minha imaginação não foi muito agradável.

  O pior é que por mais que eu tente ser uma pessoa fria, e cultive um coração de pedra, eu sou sensível, sensível demais! E pessoas sensíveis tendem a sentir tudo mais intensamente, tanto as alegrias, quanto as tristezas, mas quem acha isso uma qualidade?!

  Depois de toda essa pressão, a vontade que tive foi de passar a virada dormindo (será que dá azar?!), ou então zerando resident evil 5, o que não seria má idéia. Mas depois de muito pensar resolvi encarar como um dia comum, uma festa qualquer, e esquecer os malditos fogos de artifício. 

Postado por Thá...! às 23h12
  | Encaminhar Este Post

Qual o prazo de validade de um relacionamento?

 Prazo de validade, todo relacionamento tem um. A partir do momento que as diferenças começam a incomodar mais do que atrair, quando as reclamações se tornam maiores, quando os motivos de chateações são muitos, e, principalmente, quando as brigas são pelos motivos mais bobos. Quando chega nessa fase de enrosco é questão de prazo de validade!

 Diferenças sempre existem, pequenas brigas também, mas tem que ter percepção de quando isso começa a ser maior que o resto. Todo mundo pode mudar por amor, duas pessoas podem se esforçar pra fazer dar certo, mas tem que ter bom senso, sofrimento demais é bobagem!

 Quem termina um namoro uma vez, depois de muito custo, percebe que não é o fim do mundo. O ar até pode faltar na primeira semana, as lágrimas podem não acabar no primeiro mês, mas você sabe, todos sabem, que não é o fim do mundo. A praia continua aí, e o Sol continua brilhando. A lua continua estampando noites perfeitas. As festas não acabam, as amigas muito menos, e há uma porção de gente nova por aí pra ser conhecida e "explorada". 

 Qual o motivo de ter relacionamentos? Estamos aqui pra aprender, e aprendemos muito mais quando temos uma pessoa ao lado pra crescer junto com a gente. É bom ter um apoio, um amor. Mas existem pessoas que passam a vida com uma pessoa só, e é ótimo. Outras demoram um pouco pra achar a pessoa, mas não deixa de ser bom. E tem aqueles que são dos relacionamentos curtos, e intensos. O importante mesmo é ser intenso! De qualquer forma, seja com uma pessoa só, ou com várias durante a vida, estamos aqui pra aprender, e tirar o melhor proveito de tudo. Pra viver, e saber viver sempre melhor.

 As coisas acabam, começam e recomeçam, mas a vida continua sempre, não tem pausa! Por isso, mais importante que ter um relacionamento, é importante saber sair bem de um, e continuar a vida, sem pausa!

* Dedicado, adoro você viu! =]

 

Postado por Thá...! às 18h47
  | Encaminhar Este Post

Mudando as certezas.

  Uma vez eu falei aqui que era contra a monogamia, que ficar com uma pessoa só é muito difícil, porque sentimos desejo por outras. Falei que que ciúmes era egoísmo, e que a gente só exige fidelidade por viver do jeito que a sociedade impõe. Agora estou aqui, mais uma vez falando sobre esse assunto, mas agora com uma visão diferente. 

  Lembro de quando discutia sobre isso com meu irmão e o Rafael. Os dois defendiam totalmente a monogamia, e eu pensava "eles só falam isso porque estão vivendo o primeiro amor". Me sentia a mais madura e vivida, só por causa de uma experiência. Confesso: eu estava errada! Achei que por ter vivido o que vivi, sabia mais que os outros. Achei que já tinha aprendido o que é o amor.

  Ainda receio que monogamia seja uma regra, imposta pela sociedade, que briga com nossos instintos. Quando a gente ama alguém, a gente continua sentindo atração por outras pessoas. Mas agora percebi que quando a gente ama alguém, a atração é uma coisa tão insignificante que passa até despercebida! 

  Não é nem por não querer fazer mal ao outro, nem chega a esse ponto. Outra pessoa simplesmente não interessa mais! Eu não sei em que ponto do meu outro relacionamento isso se perdeu, ou se nem existiu. Mas agora isso é tão claro, e forte. Pra mim era fácil falar que amor não tem nada a ver com fidelidade. Agora tenho novamente a dúvida... quem ama traí?

  Não queria comparar um relacionamento com outro, mas acho meio inevitável. A gente sempre compara o que já viveu com o que está vivendo. São pra isso que as experiências servem. Posso estar sendo precipitada, são só 7 meses de namoro, mas sinto uma segurança que nunca senti. Além de perceber que eu não quero mais nenhuma pessoa, sinto que ele também não quer. Posso quebrar a cara? Posso. Mas mudo o meu discurso, e agora começo acreditar que a fidelidade é possível sim!

* Até que a vida vire tudo outra vez. 

 

 

 

 

Postado por Thá...! às 23h07
  | Encaminhar Este Post

Sequelas* de outro relacionamento

* Pra começar só queria registrar o quanto é irritante escrever sequela sem trema!

  Alguns sabem pelo que passei no meu ultimo relacionamento, mas poucos fazem uma mínima idéia do inferno que vivi. Até eu mesma não pensei que fosse me afetar tanto assim. Achei que  todo sofrimento tinha acabado no momento  em que não quis mais olhar para trás, mas tudo que vivi ficou marcado, e hoje percebo o quanto ainda me afeta. Não que me afetem as lembranças, é mais profundo que isso. Tudo faz parte do que sou agora, tanto da parte boa, quanto da pior possível.

  A verdade é que tudo que eu vivi no passado, tem atrapalhado o que estou vivendo no presente. Tudo que eu sofri me  tornou uma pessoa exigente e implicante. Mais complicada do que eu gostaria. Não sei se é excesso de amor próprio, não sei se é alguma maneira de compensar o que sofri. O fato é que me tornei assim, e sobrei logo para uma pessoa que não tem culpa nenhuma disso.

  Claro que  quando a gente se envolve com uma pessoa, a gente se envolve com parte do que ela viveu. Com sofrimentos e angústias. Só que talvez minhas angústias ainda estejam frescas demais. Apesar de ter sido tão traída no passado, não desconfio do meu namorado, mas acabo exigindo tanto dele, como se eu merecesse toda dedicação do mundo pra curar as feridas, as feridas que não foram causadas por ele. É... é problema de ego ferido!

  Será que o verdadeiro causador desses ferimentos tinha alguma noção do quanto isso poderia me afetar? Será que ele imaginou que poderia me transformar em outra pessoa? Aí que está a questão, quando brincamos com as pessoas esquecemos que não são só sentimentos momentâneos que estão em jogo. Qualquer sofrimento pode afetar muito mais que um relacionamento, pode afetar uma vida. Não é uma simples noite deitada na cama chorando, é mais complexo. Hoje não consigo ser 100% feliz no meu relacionamento. Amar alguém me faz sentir vulnerável, e, inconscientemente, me defendo. 

  Se vai ser pra sempre assim, não sei. Acho que sou capaz de realmente superar isso. Mas imagino que essas feridas não estejam só em mim. Posso ter sido a mais prejudicada sim, mas não foram apenas meus sentimentos que foram usados. Quantas pessoas podemos machucar com essa brincadeira de "pego mais não me apego"?! Quantos sentimentos precisamos estragar pra inflar nosso ego? Até hoje achava que não sentia mais nada por essa pessoa, mas hoje sinto raiva. E talvez essa raiva só vá passar quando eu conseguir me recompor disso tudo, e parar de agir como uma afetada. E isso agora só depende de mim. 

Postado por Thá...! às 23h00
  | Encaminhar Este Post

Meu Perfil

Nome: Thaiana Hackel Nobre
Idade: 22 anos
Cidade: São Sebastião - SP
Quer saber mais?
Me pergunte no formspring.me:

Votação

[Avalie Este Blog]

Indique Este Blog

[Clique Para Indicar]

Visitas

Créditos

[ Layout ]
VICKYS.com.br
VICKYS.com.br

[ Powered by ]